Craig Walker

 

Craig é um pesquisador da The Open University, no Reino Unido, onde estudou um mestrado em Desenvolvimento Internacional antes de fazer seu doutorado, que explorava as causas e os impactos da violência pós-guerra como um produto das relações intergrupais em andamento, concentrando-se no Nepal e Moçambique. Seus interesses de pesquisa se concentram amplamente em violência política, guerra, processos de construção da paz e democracia em estados frágeis, mas vários de seus projetos recentes têm analisado como as populações e refugiados deslocados à força interagem com as comunidades que os hospedam. Como, um pesquisador e etnógrafo qualitativo, a base da abordagem de Craig para a pesquisa é o foco no papel das construções políticas e sociais da identidade como causas de conflito entre grupos. Ele também começou a incorporar métodos baseados em artes, como o PhotoVoice, para explorar como eles podem agir como um meio para fazer a ponte entre as divisões entre os grupos em conflito.

Rhuann Fernandes

Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Mestrando em Ciências Sociais no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS/UERJ). É pesquisador na Bloco 4 Foundation, promovendo a construção de espaços de pesquisa sobre ativismo, cidadania e políticas sociais em Moçambique e atuando nos Programas de Pesquisa: Artivismo pelo Direito à Cidade e RAProtestar. Professor de Filosofia e Sociologia no Sistema Educandus de Ensino (Curso), Unidade Madureira-RJ. É monitor da disciplina Técnicas de Pesquisa I A do Departamento de Sociologia (ICS/UERJ).  Integra o Grupo de Pesquisa Ciências Sociais e Educação, ligado ao departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da UERJ. Está inserido no Grupo de Pesquisa Áfricas: política, sociedade e cultura (UERJ-UFRJ). Fernandes dedica-se no momento aos temas da teoria pós-colonial; antropologia africana; desigualdade e estratificação social; sociologia do trabalho e cultura hip-hop. O referencial recente de sua trajetória acadêmica tem sido a reflexão sobre epistemologia e metodologia das ciências sociais para propor e testar inovações em termos de desenhos, métodos, técnicas de pesquisa social, empírica e teórica, explorando interlocuções interdisciplinares, como outras áreas de conhecimento e novas tecnologias informacionais. Possui diversas publicações em periódicos nacionais na área de humanidades (sociologia, antropologia, filosofia e história). Sua monografia, baseada em sete meses de pesquisa de campo em Moçambique, acompanhou o casamento tradicional Bantu. Esse trabalho foi agraciado com o seguinte prêmio: II Prêmio Giralda, de caráter nacional, atribuído no âmbito do IX Seminário de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (SAPPGAS), do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ). 

Vércio Gonçalves Conceição ou Seu Vérciah (nome artístico)

 

é cantor, compositor e doutorando em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (Brasil), com a pesquisa "Moçambique-Brasil: discursos de negritudes ao som da marrabenta e ao toque do Ilê Ayiê - um estudo comparado", sob a orientação do Prof. Dr. José Henrique Freitas. É ativista pelos direitos das pessoas trans na cidade de Salvador, compondo os coletivos "De Transs Pra Frente" e "Transbatukada". É vocalista da Banda Muriquins e está em doutorado-sanduíche nas Universidades de Coimbra e Eduardo Mondlane, a desenvolver a pesquisa "Marrabenta: a resistência popular na música moçambicana", sob as coorientações - respectivamente - da Profa. Dra. Maria Paula Meneses e do Prof. Dr. Eduardo Lichuge.

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